O Jornal Cidadania Popular enquanto instância cultural-acadêmica autônoma da institucionalidade acadêmica-formal: o que é e o que pretende um jornalismo cultural-acadêmico?

  • Rodolfo Melo
  • 6 jan 2026

Em dezembro de 2021 [1]N.E (06 jan. 2026). Este itinerário, que foi originalmente publicado em 01 de dezembro de 2021, foi revisado a partir de trechos-adaptados da entrevista que Rodolfo Melo, Editor-Chefe do Jornal … Continue reading, o Jornal Cidadania Popular foi fundado com a ideia inicial de espelhar, na medida do possível, o Mídia Sem Máscara, jornal que foi fundado pelo filósofo Olavo de Carvalho (1947-2022).

Um Jornal cultural, na visão de Carvalho, era uma espécie de suplemento literário que, ao reunir um corpo de colaboradores especializados e preparados para acompanhar as novidades das suas respectivas áreas, conseguiria analisar, “ler” e explicar para a população o que realmente estava se passando na sociedade. Nesse sentido, o Jornal Cidadania tentou ser um jornal que, através de articulistas especializados, comunicava-se, desde as mais diversas áreas, com a população.

A proposta do Jornal Cidadania era ser um meio de discussão, florescimento e desenvolvimento de ideias, a ponto de convocar os aspirantes a vida intelectual, assim como os estudiosos anônimos, para dialogarem, escreverem e, mediante a formação e maturação das divergências de áreas, perspectivas e métodos, aprimorarem-se. Sendo assim, era natural que o projeto frankfurtiano (do Instituto de Pesquisas Sociais) fosse, em certa medida, uma fonte de inspiração (tal como Carvalho entendia a Escola de Frankfurt, isto é, um tipo de iniciativa que, sendo independente de qualquer organização ou universidade, investigava o que quisesse, sem prestar satisfações a regulamentos limitantes ou a quadros institucionais).

Em vista disso, o Jornal Cidadania Popular baseou-se num certo escopo ou linha metodológica frankfurtiana, no sentido de desenvolver “contradições fecundas entre homens de ciência”, os quais, embora “guiados por concepções e métodos diferentes”, seriam “guiados por uma concepção de conjunto”, a qual seria “o motor do trabalho científico”. [2] Ver: WIGGERSHAUS, Rolf. A Escola de Frankfurt: história, desenvolvimento teórico, significação política. Rio de Janeiro: DIFEL, 2002.  Assim, o itinerário de fundação do Jornal Cidadania Popular estava calcado na visão de que a produção das pesquisas tinha de andar lado a lado com uma linguagem mais acessível, ou seja, apresentar um texto que o cidadão médio, caso quisesse, pudesse entender. 

Eis que, com o tempo, o Jornal Cidadania Popular entendeu que, na medida em que os autores basilares do nosso campo não estavam presentes na consciência do cenário cultural direitista, tentar simplificar termos, questões, problemáticas e discussões era como escrever no vazio e para o vazio. Como o Jornal poderia resumir ou sintetizar questões, sem ter, primeiro, a base epistêmica sobre a qual as simplificações se desenvolvem? Como resumir para o leitor o status quaestionis de uma discussão ou temática, sem ter, antes de tudo, descoberto o próprio status quaestionis?

Como, por exemplo, explicar, de modo fácil e acessível, a filosofia carvalhiana se não estabeleceu-se, antes de qualquer coisa, parâmetros formais que destrincham a maneira como Carvalho enfrentou e transmitiu (metodologizou) as problemáticas que vivenciou? O Jornal Cidadania Popular compreendeu, pois, que não era possível levar a linguagem do mundo da cultura (status quaestionis) para a linguagem do dia a dia, sob pena de, nesse mesmo ato, destroçar o objeto ou experiência real da questão cultural. O Jornal tinha, pois, de elevar a linguagem do dia a dia, até o ponto de conseguir levá-la ou alçá-la ao mundo da cultura.

Preservando a proposta de, mediante debates, divergências, discussões, confrontos e contradições, elaborar os artigos das colunas como degraus de uma escada (as quais o leitor teria de galgar, ao longo do tempo, batente por batente), o Jornal Cidadania Popular incorporou, por sua vez, uma nova proposta: ir desenvolvendo (dialetizando) uma pesquisa junto do leitor, ou seja, produzir esboços ou desenhos de pesquisa que se formariam e se corrigiriam na própria produção, ao mesmo tempo em que formariam e corrigiriam o próprio pesquisador, bem como o leitor que as acompanha e estuda.

A partir de então, o Jornal Cidadania Popular passou não mais a ter por proposta espelhar o Mídia Sem Máscara, mas sim o Curso Online de Filosofia (COF). Se Carvalho considerava as notas do Facebook como esboço ou linhas gerais de impressão por meio das quais as aulas descreveriam (rodeando os mais variados e diversos pontos) uma visão focal do objeto, o Jornal Cidadania recusaria a ideia de que a plataforma-informacional seria um meio de “diário”, mas preservaria a abordagem pedagógica carvalhiana. Tendo isso em vista, os artigos do Jornal Cidadania Popular passaram a funcionar como etapas de testes ou rascunhos compreensivos que (sondando a questão por meio de mil e uma metodologias, ângulos e perspectivas de abordagem) tentam delinear ou rabiscar visões mais centrais, próprias e apropriadas para analisar as discussões. 

Da mesma forma que os alunos do COF viam o filósofo filosofando diante deles, os leitores do Jornal Cidadania Popular veriam o próprio processo de formação dos pesquisadores, isto é, de formulação, confrontação, correção e dialetização de pesquisas. Portanto, os artigos do Jornal Cidadania Popular são propostos como uma espécie de pré-projeto de Mestrado, uma bússola ou design que, pouco a pouco, vai determinando, contradizendo, corrigindo, revisando e complementando as etapas e decisões pregressas da pesquisa. Produzir pesquisas, através das quais acontece o próprio processo de formação do pesquisador, que, por sua vez, formam questões e discussões para outros estudiosos, é, pois, o objetivo do Jornal Cidadania Popular, o qual tem o método filosófico de Mário Ferreira dos Santos como pilar fundante.

Nesse sentido, o Jornal Cidadania Popular foi configurado em colunas hierarquizadas que expressam a Tetractys ou Década Sagrada ferreiriana, isto é, o princípio que rege tudo (composto da soma da unidade, oposição, relação e interatuação ou reciprocidade), que, por sua vez, são divididas em 3 categorias seminais, as quais refletem os 3 tomos da Enciclopédia ferreiriana de Ciências Filosóficas e Sociais. Por sua vez, a logo do Jornal apresenta um homem que, segurando uma tocha, está centralizado dentro de uma esfera (Década), ou seja, um homem que, como ser físico, é símbolo do intelecto divino, na medida em que recebe dele o logos analogante (o ser e a ciência). Essa simbologia do Jornal Cidadania Popular expressa o homem como um ‘eterno’ pesquisador, um ser numa ‘perene’ caminhada para sondar os mistérios da existência (ou, como diz Mário Ferreira dos Santos, que a filosofia “parte do homem, mas que a ele não se submete”).

Porquanto, o nome Cidadania expressa a variância de posição e atitudes das partes que, ainda que ataquem e defendam umas às outras, são analogadas no mesmo logos. Desse modo, o homem, pela concretude do logos analogante, torna-se cidadão da polis, quer dizer, harmoniza-se com o outro em sua reciprocidade. Por fim, fornecendo a principiologia de reunião e acolhimento de todas as tendências de pensamento, todos os esforços criadores daqueles que se dedicam aos problemas filosóficos, ao cultivo da filosofia e da sociedade, a antropologia culturalista do filósofo Miguel Reale (1910-2006) completa, pois, o tripé metodológico do Jornal Cidadania Popular.

A proposta deste Jornal é um jornalismo popular elevado ao nível cultural-acadêmico, quer dizer, um jornalismo de artigos, ensaios e pesquisas, cujo processo eleva as discussões culturais até a dinâmica de estabilização de uma instância acadêmica, configurada desde fora (de modo externo) da institucionalidade acadêmica-formal, a fim de formar pesquisas e pesquisadores que, seguindo o rigor e a metodologia acadêmica, consigam ultrapassar as limitações das questões e discussões dos muros acadêmicos.  Na busca de ser um espaço de reunião e encontro entre aspirantes a intelectuais, e, ao mesmo tempo, um espaço de aperfeiçoamento, contrariedade, desenvolvimento e debate intelectual, os colunistas do Jornal Cidadania Popular são livres para escolher temas, artigos e posições.

Este Jornal é um espaço de debate sério e vivaz que abriga a todos os que queiram desenvolver um método sólido de pesquisa intelectual. Dessa forma, o Jornal Cidadania Popular não busca colunistas que já sejam intelectuais, mas sim pesquisadores originais capazes de, germinando uma série de linhas pesquisas, formar uma nova leva de pesquisadores ou ramos de saber. Objetivando a defesa de um método seguro e sólido, bem como de estabelecer uma linguagem que permita entender corretamente o problema e suas possíveis soluções, o Jornal Cidadania Popular aceita todas as linhas, perspectivas, teses e posições que queiram edificar a cultura brasileira, sendo, pois, favorável ao debate, a divergência e contradição de ideias.

Cada coluna do Jornal Cidadania Popular tem um grau ou nível dialético de hierarquia (a qual está representado pelas cores e números no diagrama fixado abaixo), que vai tanto da transição externa de uma coluna a outra ou de uma categoria a outra, até a transição do nível dialético intra-coluna. Assim, não só cada coluna apresenta um nível de gradação em relação a complexidade de seu ser outro, como também na relação imanente de sua suprassunção (na linguagem hegeliana). Por conseguinte, a proposta do Jornal Cidadania Popular é que as colunas sejam como degraus de uma escada (verde – amarelo – vermelho, podendo existir uma relação dialética de complexidade intra-coluna, como, por exemplo, a gradação do nível vermelho na coluna verde, a gradação do nível amarelo na coluna vermelha, e assim por diante) em que o leitor e pesquisador vão galgando, no próprio percurso dinâmico de confrontação com o processo de pesquisa, batente por batente.

 

 

§ Arqueologia das colunas


1§ Colunas Iniciantes

I – Direito Popular: análises de ciência política e ciência jurídica;

II – Afinal: crítica cultural e literária;

III – O que a academia não quer que você veja: metanálise e revisão sistemática das detrações contra o filósofo Olavo de Carvalho, bem como das Dissertações (Mestrados) e Teses (Doutorados) acadêmicas aprovadas pelas universidades brasileiras;

IV – Cultura Geek: resenhas, análises e críticas de filmes, séries, animes e desenhos.

 

2§ Colunas Intermediárias

V – O livro: entre a teoria e a prática: resenhas e críticas culturais de livros, artigos ou ensaios;

VI – A literatura explica a vida: reflexões, ensaios e críticas literárias acerca de obras literárias, musicais ou artísticas;

VII – Eles pensam assim: radiografia socio-histórica e problematização crítica-marxológica das discussões, debates e eventos da intelectualidade marxiana brasileira.

 

3§ Colunas Avançadas

VIII – Origem das ideias: artigos, ensaios ou pesquisas nos ramos ou temáticas de saber das áreas de sociologia, psicologia, história, ciência política, economia, biografia e biografia intelectual;

IX – Muito se fala, pouco se lê: formalização epistêmica-marxólogica da ontologia marxiana;

X – Filosofia e alta cultura: áreas gerais e regionais do campo filosófico.

 

References

References
1 N.E (06 jan. 2026). Este itinerário, que foi originalmente publicado em 01 de dezembro de 2021, foi revisado a partir de trechos-adaptados da entrevista que Rodolfo Melo, Editor-Chefe do Jornal Cidadania Popular, concedeu (no dia 30 dez. 2024) a Thiarles Soares, no Blog da Editora Nova Ágora (ver: MEDEIROS, Rodolfo Melo de. Cultura brasileira: entrevista com Rodolfo Melo, editor-chefe do Jornal Cidadania Popular. [Entrevista cedida a] Thiarles Soares. Blog Nova Ágora, 30 dez. 2024. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/895760919/Cultura-Brasileira-Entrevista-Com-Rodolfo-Melo-aluno-de-Olavo-de-Carvalho-e-Editor-chefe-do-Jornal-Cidadania-Popular. Acesso em: 03 jan. 2026.).
2 Ver: WIGGERSHAUS, Rolf. A Escola de Frankfurt: história, desenvolvimento teórico, significação política. Rio de Janeiro: DIFEL, 2002.
Rodolfo Melo

Rodolfo Melo nasceu em João Pessoa – PB; é pesquisador, com ênfase na filosofia carvalhiana (Olavo de Carvalho), marxologia (teoria marxiana) e epistemologia, e Editor Chefe do Jornal Cidadania Popular. É aluno do Curso Online de Filosofia (COF) desde 2016.

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